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Programas
RESPONSÁVEIS: Profº Dr. Lívio Sansone / Vice-Coordenador: Profº Cláudio Pereira / Secretária: Lindinalva Barbosa RESUMO: O Centro de Estudos Afro-Orientais da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal da Bahia oferece um Programa de Pós-Graduação em Estudos Étnicos e Africanos, com 15 vagas em nível de mestrado e 8 em nível de doutorado, aberto a candidatos/as com curso superior legalmente reconhecido em qualquer área disciplinar. O programa busca formar pesquisadores voltados para o contexto africano e para as populações afro-americanas, com ênfase nos processos de construção de identidades étnicas e raciais. RESPONSÁVEIS: Profº Dr. Lívio Sansone e Profª Dra. Ângela Figueiredo RESUMO: A Fábrica de Idéias é um núcleo acadêmico responsável pelo Curso Avançado sobre Relações Étnicas, Raciais e Cultura Negra. Inicialmente, era administrado pelo Centro de Estudos Afro-Asiáticos da UCAM e atualmente é organizado pelo CEAO (Centro de Estudos Afro-Orientais, da UFBA). Caracteriza-se como uma bem sucedida iniciativa tanto pela qualidade do ensino quanto pelas possibilidades de encontro e intercâmbio que oferece para jovens pesquisadores das relações raciais no Brasil e em outros países, sobretudo da América Latina. O curso enfatiza, além dessa modalidade de trocas, o debate em torno de temas como a cidadania, a saúde reprodutiva, as relações de gênero e a sexualidade. Desde o começo, dois, dos cinco módulos de ensino, têm enfocado temas afins com a relação entre saúde reprodutiva e relações raciais. Há mais um módulo dedicado à troca de experiências em torno dos próprios projetos de pesquisa dos alunos. A Fábrica de Idéias tem contado com o apoio de entidades como o Population Program, da Fundação MacArthur, a FAPERJ e finalmente a Fundação Sephis, cuja sede é na Holanda. RESPONSÁVEIS: Coordenadora do Programa no Brasil: Alyxandra Gomes Nunes RESUMO: RESPONSÁVEIS: Prof. Jocélio Teles dos Santos e Profa. Zelinda Barros RESUMO: O Programa Preparatório para a Promoção da Igualdade Étnico-racial na Educação (UNAFRO-MEC/CEAO-UFBA) insere-se num conjunto de ações previstas no Programa de Ações Afirmativas da Universidade Federal da Bahia, aprovado em 17 de maio de 2004 e em processo de implantação desde 2005. O programa está estruturado sobre dois eixos: 1) Ações de incentivo à permanência de estudantes ingressos na UFBA via sistema de cotas (apoio financeiro e aulas de Inglês, Informática e Produção de Textos), e 2) Formação para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileiras (cursos presencial e à distância para professores). RESPONSÁVEIS: Profº Dr. Jeferson Afonso Bacelar RESUMO: Programa de cooperação com instituição americana que articula várias universidades americanas com o objetivo de trazer turmas de estudantes para cursos semestrais de lingual portuguesa e cultura afro-brasileira na UFBA/CEAO. Este programa é dirigido pelo Profº Jeferson Afonso Bacelar. RESPONSÁVEIS: Profª Vilma Reis RESUMO: O CEAFRO é um programa de educação e profissionalização para igualdade racial e de gênero do CEAO /UFBA, em desenvolvimento desde 1995. Quando iniciado, há onze anos atrás, o principal compromisso do Programa foi estabelecer um dialogo entre a Universidade Federal da Bahia, a Escola Pública e as Organizações do Movimento Negro da Bahia. Através do trabalho direto com a sociedade civil negra, organizada através de Blocos Afros, Comunidades de Terreiro, grupos de Mulheres Negras, posses do Movimento Hip-Hop e Comunidades Quilombolas, são desenvolvidos projetos que podem inspirar o poder público a implementar políticas públicas de ações afirmativas para a população negra, baseadas na educação das relações étnico-raciais, na rede pública de ensino básico, fundamental, médio e nas universidades, no mercado de trabalho, no sistema de saúde e em outros setores da sociedade, como medidas de reparação.
Fundado sob três princípios básicos da existência negra na Diáspora: Ancestralidade, Identidade e Resistência, em sua trajetória político-pedagógica, o CEAFRO tem investido numa construção teórico-metodológica baseada nos referenciais identitários dos sujeitos nela envolvidos. As dimensões de raça e gênero estruturam sua proposta pedagógica, construída na direção de fornecer tecnologias sociais que possam subsidiar políticas públicas que legitimem as culturas negro-africanas, ressaltem o papel das mulheres negras no processo de resistência e construção da sociedade e potencializem a participação da juventude negra.
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